HIEROFANIAS AMAZÔNICAS EM DALCÍDIO JURANDIR: UMA POÉTICA DA NATUREZA

Autores

  • Douglas Rodrigues da Conceição UEPA

Palavras-chave:

Dalcídio Jurandir; mundo marajoara; hierofanias

Resumo

Partindo do romance Chove nos campos de Cachoeira de Dalcídio Jurandir, nome incontornável da romanesca de dicção amazônica dentro do século XX, sob a iluminação do pensamento de Gaston Bachelard e de Mircea Eliade, o presente ensaio propõe a constituição de uma poética da natureza a partir da dimensão cosmológica das chuvas na referida obra. Tem-se como pressuposto que a poética dalcidiana no romance de 1941 nos desvela, em escala onto-cosmológica, uma valoração hierofânica das chuvas que torrencialmente caem no mundo marajoara imaginado de Dalcídio Jurandir

Biografia do Autor

Douglas Rodrigues da Conceição, UEPA

Doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Realizou pós-doutorado pela Université Paris Nanterre. É professor da Universidade do Estado do Pará (UEPA), onde atua como docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião. Membro do Grupo de Pesquisa Poéticas da Diversidade (UERJ).

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Publicado

2026-04-17

Como Citar

Rodrigues da Conceição, D. (2026). HIEROFANIAS AMAZÔNICAS EM DALCÍDIO JURANDIR: UMA POÉTICA DA NATUREZA. Revista E-Scrita, 15(2), 210–220. Recuperado de https://revistasuniabeu.com.br/index.php/revista-e-scrita/article/view/106