A POLÍTICA DA POESIA: QUE PO-ÉTICA EM QUATRO POETAS PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS?

Autores

  • Ida Alves UFF

Palavras-chave:

Poesia Portuguesa Contemporânea; Vida Urbana; Resistência.

Resumo

Trata-se de pensar a aproximação entre poesia, política e ética em alguma poesia portuguesa contemporânea para refletir sobre modos de fazer ou ler poesia. Partimos de determinados ensaístas ou poetas ensaístas para evidenciar como a poesia mantém compromisso com o tempo, a história e a sociedade. Com esse interesse, compreendemos como alguma poesia das últimas décadas resiste a uma vida cotidiana cada vez mais mercadológica e massificada, constituindo-se também como linguagem em crise e em estado de crítica, vivenciada em espaço urbano e artificialmente globalizado. Em seguida, comentam-se quatro poetas marcantes da atualidade portuguesa, com obras iniciadas nos anos 90 e 2000, com diferentes graus de recepção crítica: Manuel de Freitas, José Miguel Silva, Pedro Mexia e Golgona Anghel, leitores de tradições literárias e atentos / irônicos observadores da realidade contemporânea. Na leitura de suas poéticas, provocamos a ressonância das vozes de Jorge de Sena e Joaquim Manuel Magalhães, poetas-críticos de forte impacto no debate poético-cultural português do século XX.

Biografia do Autor

Ida Alves, UFF

Professora Titular de Literatura Portuguesa do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense-UFF, Niterói. Docente permanente do Programa de Pós-Graduação Estudos de Literatura – UFF. É Vice-Coordenadora do Polo de Pesquisas Luso-Brasileiras (PPLB) e editora da Revista Convergência Lusíada, do RGPL. Pesquisadora-bolsista do Conselho Nacional de Pesquisa – CNPq

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Publicado

2026-04-18

Como Citar

Alves, I. (2026). A POLÍTICA DA POESIA: QUE PO-ÉTICA EM QUATRO POETAS PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS?. Revista E-Scrita, 15(1), 5–24. Recuperado de https://revistasuniabeu.com.br/index.php/revista-e-scrita/article/view/110

Edição

Seção

Dossiê: “Nada toca em nada? Atualidade e tradição na poesia contemporânea de língua portuguesa (diálogos)”