A POLÍTICA DA POESIA: QUE PO-ÉTICA EM QUATRO POETAS PORTUGUESES CONTEMPORÂNEOS?
Palavras-chave:
Poesia Portuguesa Contemporânea; Vida Urbana; Resistência.Resumo
Trata-se de pensar a aproximação entre poesia, política e ética em alguma poesia portuguesa contemporânea para refletir sobre modos de fazer ou ler poesia. Partimos de determinados ensaístas ou poetas ensaístas para evidenciar como a poesia mantém compromisso com o tempo, a história e a sociedade. Com esse interesse, compreendemos como alguma poesia das últimas décadas resiste a uma vida cotidiana cada vez mais mercadológica e massificada, constituindo-se também como linguagem em crise e em estado de crítica, vivenciada em espaço urbano e artificialmente globalizado. Em seguida, comentam-se quatro poetas marcantes da atualidade portuguesa, com obras iniciadas nos anos 90 e 2000, com diferentes graus de recepção crítica: Manuel de Freitas, José Miguel Silva, Pedro Mexia e Golgona Anghel, leitores de tradições literárias e atentos / irônicos observadores da realidade contemporânea. Na leitura de suas poéticas, provocamos a ressonância das vozes de Jorge de Sena e Joaquim Manuel Magalhães, poetas-críticos de forte impacto no debate poético-cultural português do século XX.
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