A CONSCIÊNCIA TRANQUILA DO CAPITALISMO: UMA LEITURA D’O AMERICANO TRANQUILO DE GRAHAM GREENE

Autores

  • Patrick Araújo Pereira Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.
  • Altamir Botoso Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Palavras-chave:

Consciência tranquila; Graham Greene; Literatura inglesa.

Resumo

Henry Graham Greene (1904-1991) foi um escritor inglês autor de mais de 60 romances. Greene tornou-se conhecido por tramas policiais como O americano tranquilo (1955) e Nosso homem em Havana (1958). Em O americano tranquilo, podem ser observados diversos dramas presentes na vida humana, bem como uma problemática de maior amplitude, isto é, os problemas geopolíticos emergentes pós Segunda Guerra Mundial. Este romance apresenta uma crítica à ideologia perpetrada pelos norte-americanos em sua ascensão como potência global. Dessa maneira, pode-se traçar um paralelo entre o que o filósofo francês Jacques Derrida, em seu icônico livro Espectros de Marx, denomina de uma consciência tranquila do capitalismo e as falas e ações dos protagonistas da narrativa de Greene. Este artigo tem como objetivo o esclarecimento do que seria esta consciência tranquila, percebida por Greene e por Derrida. Além disso, as análises também serão pautadas pelos estudos de Nietzche (2012), Fan (2022), Zizek (1996).

Biografia do Autor

Patrick Araújo Pereira, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

Mestrando em Poéticas da Modernidade pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

Altamir Botoso, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul

Doutor em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- Assis. Docente da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

Downloads

Publicado

2026-04-18

Como Citar

Araújo Pereira, P., & Botoso, A. (2026). A CONSCIÊNCIA TRANQUILA DO CAPITALISMO: UMA LEITURA D’O AMERICANO TRANQUILO DE GRAHAM GREENE. Revista E-Scrita, 15(1), 159–173. Recuperado de https://revistasuniabeu.com.br/index.php/revista-e-scrita/article/view/123