JOGANDO COM CONSTRUÇÕES: UM ESTUDO SOBRE ESTRATÉGIAS DIASSISTÊMICAS DE TRADUÇÃO NO PAR PB-LIBRAS DESEMPENHADAS POR SURDOS APRENDIZES DE PBL2

Autores

Palavras-chave:

GCBU, Gramática de Construções Diassistêmica, constructicon

Resumo

O estudo analisou as estratégias de tradução no par PB-LIBRAS de construções com o verbo ‘jogar’ por surdos usuários de PBL2. A hipótese inicial, baseada na Gramática de Construções Baseada no Uso (Goldberg, 2006; Perek, 2015; Bybee, 2016) e na Gramática de Construções Diassistêmica (Höder et al, 2012), era a de que a depender de diferentes fatores de caráter diassistêmicos presentes na representação gramatical do usuário bi/multilíngue do par Libras-PB, os indivíduos surdos apresentariam diferentes estratégias de tradução dos termos apresentados, relativos a escolhas mais ou menos convergentes de tradução, evidenciando a organização do Constructicon Multilíngue.

Biografia do Autor

Thiago Moret de Carvalho Ramos, UERJ

Doutorando no Programa de Pós-graduação em Linguística e Língua Portuguesa (PPGLILP) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ.

Roberto de Freitas Junior, UFRJ

Professor Adjunto de Estudos Linguísticos do Departamento de Letras-Libras/UFRJ. Doutor em Linguística pela UFRJ e Pós-doc pela Universidade de Birmingham

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Publicado

2026-04-15

Como Citar

Moret de Carvalho Ramos, T., & de Freitas Junior, R. (2026). JOGANDO COM CONSTRUÇÕES: UM ESTUDO SOBRE ESTRATÉGIAS DIASSISTÊMICAS DE TRADUÇÃO NO PAR PB-LIBRAS DESEMPENHADAS POR SURDOS APRENDIZES DE PBL2. Revista E-Scrita, 16(2), 216–233. Recuperado de https://revistasuniabeu.com.br/index.php/revista-e-scrita/article/view/16

Edição

Seção

Dossiê PESQUISAS BRASILEIRAS SOBRE SURDEZ: DISCUSSÕES CONTEMPORÂNEAS