RAINHA GINGA: UMA ANÁLISE A PARTIR DE ESTAÇÃO DAS CHUVAS (1996), “OS PRETOS NÃO SABEM COMER LAGOSTA” (1999) E MILAGRÁRIO PESSOAL (2010)

Autores/as

  • Helder Thiago Maia USP
  • Mariana Alves da Silva USP

Palabras clave:

Rainha Ginga. José Eduardo Agualusa. Donzela-guerreira.

Resumen

Neste trabalho, observamos como José Eduardo Agualusa produz três revisitações à história recente de Angola, e como, ao fazê-lo, constrói versões literárias da Rainha Ginga que trazem à tona questões importantes para pensar gênero/sexualidade, nacionalidade e raça. Nossa análise do romance Estação das chuvas (1996), do conto “Os pretos não sabem comer lagosta” (1999) e do romance Milagrário pessoal (2010) é baseada nos estudos de Inocência Mata (2006, 2014), Mário César Lugarinho (2016) e Helder Thiago Maia (2018), e busca encontrar propostas de leitura queer da personagem.

Biografía del autor/a

Helder Thiago Maia, USP

Pós-Doutorando em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, USP. E-mail:
helderthiagomaia@gmail.com Orcid: https://orcid.org/0000-0001-8196-3199

Mariana Alves da Silva, USP

Graduanda em Letras, USP. E-mail: mariana.alves.silva@usp.br

Publicado

2026-07-06

Cómo citar

Maia, H. T., & Alves da Silva, M. (2026). RAINHA GINGA: UMA ANÁLISE A PARTIR DE ESTAÇÃO DAS CHUVAS (1996), “OS PRETOS NÃO SABEM COMER LAGOSTA” (1999) E MILAGRÁRIO PESSOAL (2010). Revista E-Scrita, 12(1), 216–231. Recuperado a partir de https://revistasuniabeu.com.br/index.php/revista-e-scrita/article/view/339