O CIRCO MARAVILHOSO DA SERPENTE VERMELHA: PROPOSTA INTERSEMIÓTICA PARA O LETRAMENTO VISUAL E VERBAL DO PÚBLICO INFANTO-JUVENIL

Autores

  • Wanessa Rayza Loyo da Fonseca Marinho Vanderlei Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Palavras-chave:

Intersemiose. Literatura infanto-juvenil. Literatura – Artes Plásticas.

Resumo

Este artigo discute o diálogo entre as artes plásticas e a literatura por meio da análise da
proposta intersemiótica de O Circo Maravilhoso da Serpente Vermelha (Editora Quetzal, 2001) de
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. A ideia que governa a obra contradiz uma longa tradição na
produção editorial de livros para o público infanto-juvenil, em que a imagem costuma parecer
subordinada ao texto verbal, funcionando como apêndice explicativo ou colaborativo do texto
primordial. Neste projeto, ao contrário, a imagem é o ponto de partida e de chegada; reside, portanto,
no centro da provocação. A partir dessa concepção, recorreu-se ao seguinte corpus teórico para a
análise do diálogo intersemiótico: Anamelia Bueno Buoro (2002), G. E. Lessing (2011), João
Francisco Delgado Cerqueira (2013), Fernando Pernes (1984) e Maria do Carmo de Freitas Veneroso
(2010).

Biografia do Autor

Wanessa Rayza Loyo da Fonseca Marinho Vanderlei, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Doutoranda em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

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Publicado

2026-05-26

Como Citar

Loyo da Fonseca Marinho Vanderlei, W. R. (2026). O CIRCO MARAVILHOSO DA SERPENTE VERMELHA: PROPOSTA INTERSEMIÓTICA PARA O LETRAMENTO VISUAL E VERBAL DO PÚBLICO INFANTO-JUVENIL. Revista E-Scrita, 12(2), 100–116. Recuperado de https://revistasuniabeu.com.br/index.php/revista-e-scrita/article/view/285

Edição

Seção

Literatura para crianças e jovens: perspectivas teóricas e práticas